segunda-feira, 16 de março de 2009

E Quem Disse Que é facil ser adulto??

No alto da minha distração estou a todo momento quase sendo atropelada, meu atropelamento tem trilha sonora. É reconfortante escutar a nossa música, aquela que em certos momentos vem a calhar, emociona, alegra, entristece, meche com as emoções e nos prende no incosciente, escuto mil vezes a mesma música, vivo mil vezes suas sensações, danço, canto, ouço e silencio. Socorro, fui atropelada por uma música.

(16.03.09 – 03h09)


Estou aqui novamente perambulando entre músicas e palavras. Li um texto de Arnaldo Jabor, vou colocar alguns trechos:


E Quem Disse Que é facil ser adulto??

"Sempre acho que namoro, casamento, romance, tem começo, meio e fim.
Como tudo na vida.”

“E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.
Não acredito em pessoas que se complementam.
Acredito em pessoas que se somam.”

“Pele é um bicho traiçoeiro.
Quando você tem pele com alguém, pode ser o papai com mamãe mais básico que é uma delícia.
E as vezes você tem aquele sexo acrobata, mas que não te impressiona…
Acho que o beijo é importante…e se o beijo bate…se joga…se não bate…mais um Martini, por favor…e vá dar uma volta.”

E o mais importante pro momento:

“Se a pessoa tá com dúvidas, problema dela, cabe a você esperar…. ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto.”

Embalada por Portshead

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Pensamentos "de carnaval"... porque não tenho mais nada a fazer...

O mundo é oval e estamos sempre andando em círculos.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

A insustentável leveza do ser.

“Mamãe, incansavelmente, explicava a Tereza que ser mãe é sacrificar tudo. Suas palavras eram convincentes porque expressavam a experiência de uma mulher que havia perdido tudo por causa do seu filho. Tereza escutav e acreditava que o mais alto valor da vida era a maternidade, e que a maternidade era um grande sacrificio.Se a maternidade é o próprio sacrificio, o destino de uma filha é a culpa que jamais poderá ser resgatada.”

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Palavras em conjunto

Palavras são balas perdidas
Sangram, matam, abrem feridas
Dor, luto, cicatrizes
e para a cura: Mertiolate, band-aid e raízes.

Palavras que não podem ser ditas
assim mesmo são proferidas
como se fossemos meretrizes
percorrendo os becos e as liras

Palavras que curam a vida
Mesmo quando está escuro
E os becos sem saída
Não mais desembocam em grandes avenidas

Palavras que seguem em orquestra muda
como um antigo carnaval
que adormeceu ao sol

Sol que nasce todo dia
Os jámorreus não morreram
estão vivíssimos
nas lembranças daquele dia

Nascer do sol dos amantes
poesias garrafais
Navegam distantes
Em versos passados
Em passos calados
Em pausas de beijos

As palavras não foram esquecidas
Nostalgia.

(Juliana Trentini e Mariana Rodrigues) 09/02/09

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Fetiche...

Que eu sempre gostei de barba, isso é fato. Agora, estou tentando lembrar como foi que esse “acessório” masculino se tornou um fetiche pra mim. Não há uma só barba que passe despercebida, olho e analiso todas, os homens perdem sua identidade para ganhar apelidos como “los hermanos” ou “o barbudo do reveillon”.

Lembro da última vez que o coração bateu forte, ao vê-lo pela primeira vez, ao ver aquela figura - calça jeans, camisa branca e aquela barba ruiva enorme, mas o que o tornava totalmente diferente era aquele estilo de roqueiro autista anti-social com cara de ressaca - Gamei. Sabe quando as coisas andam em câmera lenta? Paralisei. Não, não pensem vocês que foi amor a primeira vista, eu o queria, como uma criança quer um brinquedo novo, elas precisam do brinquedo, eu precisava sentir aquela barba, e não descansei até conseguir, até hoje nunca jurei um homem de beijo e não o beijei, espero não saber o que é isso. Como eu não sei manter as pessoas, ele foi mais um – eu quis, eu tive, se foi- Mas não esqueço da regra dos três, até hoje essa regra também nunca foi quebrada, espero que agora não seja.

Sempre me dizem que eu devo escolher um e investir nele, mas o que eu faço pra escolher e como se investe em alguém? Porque além daquela barba, existem outras, porque existem outras olheiras, e outros drinks... e sempre existe outro.

Por enquanto aguardo o acaso... o olho para as barbas alheias.


Já diria Arthur Schopenhauer sobre as barbas...

"A barba, por ser quase uma máscara, deveria ser proibida pela polícia. Além disso, enquanto distintivo do sexo no meio do rosto, ela é obscena: por isso é apreciada pelas mulheres."

“Aprecie com moderação” hehehehe

terça-feira, 6 de janeiro de 2009




"Ela encontrou o mar e seu trânsito interminável. O mar não lhe permitiu atravessar seu balcão. Não cedia a metade da cama. Raras foram as mulheres que passaram a noite inteira com o mar. Mas raras são as mulheres que acordaram para vê-lo partir."

domingo, 4 de janeiro de 2009

2000 in love

Sinto que 2009 será um ano de realizações, não sei porque, mas estou confiante, não é porque eu pulei as 7 ondinhas mais sofridas de se chegar ao mar q já pulei, ou porque eu comi as 7 uva e fiz 7 pedidos e guardei os caroços pra dá sorte nem por que eu ofereci a yamanjah um buquê de flores. Só sei que vai ser assim.


E o ano já começou com mudanças, em mim mesma, do nada e me senti bem com isso, descobrindo o que posso ser e não sabia...



“Tudo é vivido pela primeira vez e sem preparação. Como se um ator entrasse em cena sem nunca ter ensaiado. Mas o que pode valer a vida, se o primeiro ensaio da vida já é a própria vida? É isso que faz com que a vida pareça sempre um esboço. Num entanto, mesmo esboço não é a palavra certa porque um esboço é sempre um um projeto de alguma coisa, a preparação de um quadro, ao passo que o esboço que é a vida não é o esboço de nada, é um esboço sem quadro.


Einmal ist keinmal, uma vez não conta, uma vez é nunca. Não poder viver senão uma vida é como não viver nunca.”



A insustentável leveza do ser.