segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O meio ambiente pede ajuda

Nunca se falou tanto no meio ambiente como agora, 2010 é considerado o ano de combate às mudanças climáticas. Ouvimos todo dia sobre aquecimento global, acordo de copenhague e catástrofes naturais.
Não precisamos ir pra longe pra perceber que há algo diferente no ar, literalmente, aqui na região Nordeste o que se sente o tempo todo é calor, mormaço, desconforto térmico. Se você for um pouquinho mais pra longe você vê chuva, frio, enchentes. O que está acontecendo com o mundo? O mundo está ao contrário e só agora que estão reparando? Fato é que já começaram a falar no assunto, falar em desenvolvimento sustentavel, agricultura orgânica, não que isso não existisse antes, mas só agora está sendo amplamente divulgado.


Então minha missão aqui é trazer novidades, artigos e conhecimentos sobre o assunto: Meio Ambiente. Sintam-se convidados.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Enxaqueca como fonte de inspiração


Lewis Carroll, autor de Alice no País das Maravilhas, recorreu à ficção para diminuir o sofrimento causado por suas fortes dores de cabeça
por Moacyr Scliar


Enxaqueca, aquela dor de cabeça latejante que frequentemente é sentida em um lado só da cabeça (a hemicrania, de onde vem o termo migraine) é um problema comum. Só nos Estados Unidos afeta cerca de 28 milhões de pessoas, por isto que, em cerca da metade dos casos, o diagnóstico não é feito. Discute-se muito se a enxaqueca corresponde a um perfil psicológico característico. Comenta-se que essas pessoas em geral são perfeccionistas, com uma tendência a internalizar problemas e propensão ao stress. Muitos autores classifi cam essa afirmação como uma generalização temerária, mas um trabalho realizado na Universidade Philipps Marburg, na Alemanha, mostrou com números que a enxaqueca se acompanha de melancolia, desamparo e sentimento de culpa – ou seja, traços depressivos. Essas linhas são encontradas, também, com frequência entre escritores, muitos dos quais sofreram, ou teriam sofrido (às vezes o diagnóstico retrospectivo é difícil) de enxaqueca.

Alguns exemplos: Miguel de Cervantes, Virginia Woolf, e o próprio Sigmund Freud. Mas nenhum destes casos é tão famoso quanto o do escritor inglês Charles Lutwidge Dodgson (1832-1898), mais conhecido pelo pseudônimo de Lewis Carroll, autor dos famosos Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland) e Alice no País do Espelho (Through the Looking Glass and What Alice Found There). No caso dele o diagnóstico de enxaqueca é mais ou menos pacífico; a dor era intensa, a ponto de levá-lo a usar láudano – uma tintura de ópio –, mas nada indica que fosse dependente. Agora: qual a relação da enxaqueca com a literatura de Lewis Carroll, ou com a elaboração ficcional?

A resposta está numa palavra: aura. Este é o estado que antecede o ataque de enxaqueca, e que em geral se caracteriza por fenômenos visuais de tipo alucinatório, luzes, fi guras, linhas móveis. O conhecido neurologista e escritor Oliver Sacks descreve assim seu primeiro ataque de enxaqueca, ocorrido na infância: “Eu estava brincando no jardim, quando uma luz brilhante, tão ofuscante como o sol, surgiu diante de mim, expandiu-se, formando um enorme semicírculo da terra para o céu, movendo-se em ziguezague. Eu estava aterrorizado. Foram os minutos mais longos de minha vida”.

Lewis Carroll registrou em diário suas alucinações visuais, que eram, como acontece na enxaqueca, seguidas de forte dor de cabeça. Por causa disso chegou a consultar um oftalmologista, que nada encontrou de errado em seus olhos, mas lhe recomendou ler menos (o que não é exatamente um bom conselho para um escritor). Por outro lado, situações alucinatórias não faltam nas aventuras de Alice. Ela aumenta ou diminui
de tamanho, vê um gato sorridente que de repente fica reduzido só ao sorriso. Por causa disso usa-se a expressão “síndrome de Alice no país das maravilhas”, cunhada pelo médico inglês John Todd em 1954, para descrever as alucinações visuais que precedem a enxaqueca, e que podem ocorrer também sem dor de cabeça.

Virginia Woolf diz que “o idioma inglês, que pode expressar tão bem os pensamentos de Hamlet e a tragédia do rei Lear, não tem palavras adequadas para a enxaqueca. Se alguém tiver de descrever essa dor para o médico, logo constatará que as palavras lhe faltam”. Talvez tenham faltado também a Lewis Carroll; talvez por isso ele tenha recorrido a uma imaginosa fi cção. De seu sofrimento e de sua perplexidade brotou uma literatura que nos encanta e que até hoje inspira artistas. O excêntrico e imaginoso diretor americano Tim Burton acaba de concluir uma versão cinematográfica da obra, com Johnny Depp, Anne Hathaway e Helena Bonham Carter nos papéis principais. Pode ter sido uma dor de cabeça (ou enxaqueca?) adaptar um livro tão inusitado para as telas, mas certamente será para nós, espectadores, uma experiência no mínimo curiosa e talvez até arrebatadora.

domingo, 9 de agosto de 2009


"O mundo dá voltas", "quem te viu quem te vê".

Ela que se considerava uma "alma perdida" de Mário Quintana e dizia que o que não aceitava era assistir novelas de tv e ouvir música pop, agora assiste todas as noites a novelas das 18h e escuta a trilha sonora da mesma, com suas músicas "sertanejas" e sonha em morar na fazenda.

Dorme serena e no sereno sonha

Ela que passava as madrugadas acordada e as manhãs dormindo agora acorda as 6 da matina e vai trabalhar, não passa das 23h e já se encontra em sono profundo.
Ela que repudiava compromissos agora está comprometida.
Ela levava sermões agora dá lições.
Ela que não faltava uma balada, agora as falta pra estudar.
Ela que pensava com o mar, agora pensa com a cabeça.

O mundo dá voltas e estamos sempre em constante mudança, espero que para a melhor... o mundo dá voltas mas estamos andando em círculos? Não?Não!

domingo, 2 de agosto de 2009

Agosto, Desgoto.

E então eis que chega o desgosto. Se o céu dos últimos dias de julho foi de um azul intenso, o céu de agosto as vezes chora e as vezes blue.

Salve-se quem puder.

"Foi em vento de Agosto
Foi no último soprar
Que se foi de mim teu pulsar
Moranga partida em dois."
Manacá - lamento

Key words: música, triste.

segunda-feira, 27 de julho de 2009

A vida moderna e o colesterol


Os maus hábitos alimentares provenientes da correria do dia-a-dia implica em transtornos para a saúde. Ora! como podemos querer ter um bom rendimento na nossa vida profissional e pessoal se nem ao menos nos preocupamos com o nosso corpo? Nosso corpo, essa máquina (quase) perfeita, que insistimos em entupi-la de gorduras, massas e afins.

Cada vez mais os jovens são alvo do colesterol, como indica pesquisa do Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)que durante os últimos oito anos trouxeram resultados preocupantes com relação à taxa de colesterol e triglicérides em crianças e adolescentes entre 2 e 19 anos. Dos cerca de 2 mil pesquisados, 44% apresentaram valores elevados de colesterol no sangue e mais de 50% tinham altas taxas de triglicerideos.

Mediante a essa situação, fiz uma pesquisa sobre o assunto na internet e resolvi fazer um post de utilidade pública em prol da qualidade de vida.

O que é o Colesterol?

Colesterol é um esteroide lipídico encontrado nas membranas celulares e transportado no plasma sanguíneo de todos os animais. É um componente essencial das membranas celulares dos mamíferos.

Ao contrário do que muita gente pensa, esse composto funciona como uma espécie de calibrador natural das células, favorecendo a troca de substâncias entre elas. Além disso, o colesterol ainda participa da produção da bílis (fluido produzido pelo fígado para digestão de gorduras) e dos hormônios sexuais.

A má fama, no entanto, vem da LDL, proteína de baixa densidade que se une ao colesterol para transportá-lo pelo corpo. O problema é que essa proteína acaba deixando rastros de colesterol pelo caminho. Com o tempo, os resíduos se fixam na parede das artérias, formando as placas de gordura prejudiciais à saúde. Para varrer os restos de colesterol espalhados pelo corpo, a HDL entra em ação. Trata-se de um outro tipo de proteína, com alta densidade e especialista em evitar o entupimento das artérias. Eles são os famosos mau e bom colesterol, respectivamente.

Dieta e estilo de vida

70% do colesterol é produzido pelo fígado, os outros 30% são provenientes da dieta. Por isso é importante manter uma alimentação balanceada em equilibrio com um estilo de vida saudável: fazer exercícios físicos, dormir bem, ter um lazer para fugir dos estresses do dia-a-dia

Dicas

Troque as versões integrais pelas desnatadas;
Maneire nas carnes;
Controle a ingestão de biscoitos recheados;
Lance mão dos óleos vegetais ;
Corte as frituras da sua rotina alimentar ;
Pratique exercícios físicos ;

Vou ser cobaia do novo experimento, vou mudar meus hábitos alimentares e estilo de vida, aguardem cenas do próximo capítulo.

Faça sua avaliação nutricional gratuita e veja qual a dieta ideal para o seu perfil
http://www.minhavida.com.br/dieta/Avaliacao/Site/index.aspx?link=146&acesso=2&afiliado=13

Sites relacionados:
http://www.minhavida.com.br/materias/alimentacao/Todos+os+truques+para+abaixar+o+colesterol.mv
http://www.afh.bio.br/digest/digest2.asp
http://www.netsite.com.br/noticia/saude/246/Metade_de_jovens_e_criancas_tem_colesterol_alto/
http://www.corpoperfeito.com.br/ce/Colesterol_Alto


Keywords: Utilidade pública, Colesterol, dieta e saúde.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

O retorno

Voltando pro blog por tempo indeterminado, "até que o tempo nos separe". Nova proposta.

A mulher da dor que andava pelo seu corpo

Vou contar a história da mulher que tinha uma dor que andava pelo seu corpo, um dia a dor estava na mão, no outro estava no pé, coitada dela quando a dor teimava de parecer na coluna.
Todo dia ao sentar na mesa pro almoço assistiamos a primeira edição do noticiário local, se passasse uma matéria sobre dores de cabeça
ela dizia:
- Ai minha menina, eu to com uma dor aqui na cabeça...
A menina descuidada ria e dizia "Sinal que você tem cabeça". Se a dor fosse no pescoço "sinal que você tem pescoço". Mas não pensem vocês que a menina não se importava com a mulher e logo tratava de entregar-lhe um analgésico para aliviar as dores, mas logo voltava a comer sua gelatina de framboesa em frente a televisão agora assitindo ao folhetim sobre as novelas.
Até ontem a menina não sabia se as dores realmente existiam, e toda vez que ia almoçar pensava com nostalgia na mulher das dores tentado adivinhar que tipo de dor ela sentiria se ainda almoçassem juntas. E hoje a mulher com nostalgia pensa na menina, coitadinha não sabia que a vida é dura e que é dificil ser mulher com sua rotina cansativa e estressante de trabalho, casa, marido, filhos e estudos.

Hoje a menina é mulher e tem uma dor que anda pelo seu corpo.

Keywords: mini crônica, a mulher e a menina, amadurecer.

(24/07/09 - 22:01)

Não ficou do jeito que eu queria, ainda sujeita a mudanças, mas achei uma boa lição.